quinta-feira, 10 de maio de 2012

Relato Reflexivo


Relato Reflexivo

Gostei muito do curso, foi enriquecedor e atingiu minhas expectativas. Através dos textos teóricos, principalmente os da Roxane Rojo e Magda Soares, pude refletir sobre o meu objetivo de trabalho, formar alunos leitores atentos e competentes produtores de textos. O curso foi trabalhoso, por não ter muitas “capacidades” tecnológicas desenvolvidas, mas, definitivamente esta ferramenta deve ser incorporada por todos. Espero continuar o Blogger junto com o grupo e agradecer a compreensão. Luciana


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Interrogatório - Luciana


                                                        O dia D...
                O delegado do bairro, para solucionar a morte do Sr. João da Silva, me convocou para esclarecimentos, já que o cadáver foi encontrado na soleira de minha porta.
                O delegado começou o interrogatório perguntando sobre minha rotina no dia do acontecido.
                Relatei que meu dia era normal: abri os olhos, consultei o relógio da cabeceira. Levantei-me. Fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto. Ouvi a campainha da porta. Enxuguei-me às pressas. Sai do banheiro. Caminhei até a porta, destranquei a fechadura e abri a porta. Diante a soleira da porta vi um homem caído.
- O que o senhor fez?
- Eu, corri os olhos em torno e percebi que não havia ninguém no corredor.
-Tentou socorrê-lo?
- Eu abaixei e o toquei com os dedos. Senti que o corpo estava frio e rígido.
-Ele já estava morto?
-Sim, era um cadáver.
-Como você reagiu?
-Corri para o telefone e disquei o número da Central de polícia.
O senhor conhecia o morto? Já tinha o visto nas redondezas?
- Não, nunca o vi no meu bairro.
- Senhor, estou investigando o caso e acredito que o colocaram lá para incriminá-lo. O senhor tem inimigos?
- Que eu saiba, não, doutor.
-Bom, por enquanto é só, mas, não saia da cidade, pois, posso precisar de mais declarações.
-Sim, doutor.

Depoimento de leitura

              Meu gosto pela leitura começou logo cedo, criança, minha mãe é viúva e tivemos que morar com uma tia (sua irmã) por causa das despesas da casa, minha tia era PEB I readaptada, hoje falecida, mas ficava na biblioteca da escola, e todos os dias trazia livros para que eu folheasse e lesse, assim foi até descobrir Monteiro Lobato, li e reli várias vezes Reinações de Narizinho, e assim continei lendo. Quando meus filhos nasceram, o 1º por ser muito nova (17 anos) comprava livros mas não o incentivava tanto, mas, com a Beatriz, hoje com 13 anos, até livro de banho comprei, hoje participamos de um grupo de livros, onde realizamos trocas temporariamente, e o mais gostoso é perceber o quanto ela gosta de ler e procura por livros bons.  

domingo, 29 de abril de 2012

Para entender nosso blog: Ah... que leitura boa!

Para que os visitantes possam entender o nosso blog é preciso esclarecer que por enquanto, de acordo com nossa apresentação, temos duas produções de texto postadas pelos colaboradores: uma delas é um depoimento sobre como cada um de nós tornou-se um leitor e a outra é um interrogatório, gênero que nos foi atribuido pela tutora de nosso curso Leitura e Escrita no Contexto Digital.

sábado, 28 de abril de 2012

Depoimento de Leitura


Não me recordo, quando comecei a ler e a escrever, o tempo passa muito rápido e as coisas não ficaram armazenadas em minha memória, lembranças, sim, existem: a lousa dependurada na sala de minha casa onde eu passava um bom tempo do meu dia, ensinando as minhas bonecas, tempo bom, onde as crianças admiravam e respeitavam os professores como ídolos, hoje isto esta fora de moda, mas com certeza tudo depende de nós para ter um rumo.
Sobre minha adolescência posso relatar que várias coisas aconteceram, mudamos da grande São Paulo (capital), para uma cidadezinha do interior, onde o ensino de 8ª série era realizado apenas no período noturno, lá encontrei Dona Nilce, que nos levava a cada aula a refletir, ler e buscar o conhecimento, e dizia que desta sala sairiam vários profissionais,e realmente aconteceu, mas para falar em leitura o livro cobiçado da época era "Cristiane F", uma garota de 13 anos, que tinha um pai alcoólatra e uma mãe permissiva, desta forma conduzindo-a ao mundo das drogas, mas como não tinha dinheiro para sustentar o vício, passou a se prostituir, e ao final do livro, nos deparamos com uma overdose, da qual ela consegue se safar.
Este livro trazia temas que podiam acontecer com qualquer um de meus amigos, mas caso ocorressem eram camuflados, então o livro nos possibilitava saber mais sobre um assunto proibido para época, hoje acredito que este livro não chame tanta atenção, pois a realidade mudou, as informações mudaram , a juventude mudou.
Outro livro bem interessante era o "Sozinha no Mundo", é a história de uma menina que perde a mãe e vai para capital a procura de um parente, e quando chega a capital encontra vários obstáculos ms vence todas as dificuldades no final. É claro que se fosse relatar todos poderia escrever por vários e vários parágrafos, mas creio que estes dois são suficientes para relembrar um pouco da minha adolescência.
O tempo passou e as coisas foram tomando outros rumos, me apaixonei pela área de exatas e fui em busca de conquistar meus objetivos ,hoje leio pouco, por falta de tempo, mas como escreveu André Maurois "A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde".

Por: Sandra Rodrigues
Cursos Práticas –
 Interrogatório.
 
Chegando ao 7º Distrito o Delegado Perez pediu para acompanhá-lo, entramos numa sala ao lado de um balcão, onde me ofereceu um acento e em seguida começou o interrogatório:
Delegado: Como a senhora encontrou o cadáver na soleira de sua porta?
Eu: Bem Sr. Delegado, ainda estava dormindo quando o relógio tocou como de costume, levantei e fui fazer minha higiene pessoal, logo em seguida escutei a campainha tocar, sai do banheiro as pressas e desci  as escadas caminhando até a porta quando me deparei com um jovem estático na soleira da porta caído.
Delegado: A senhora só escutou a campainha? Ou mais algum barulho?
Eu: Somente a campainha, apesar de ter olhado ao redor, mas nada constatei.
Delegado: Tinha mais alguém com a senhora?
Eu: Não, estava sozinha nesse dia.
Delegado: O que fez quando viu o individuo na soleira da sua porta?
Eu: Toquei na pessoa e observei que estava frio e rígido, portanto estava morto, corri ao telefone e liguei para avisar a central de policia, espero que tenha procedido corretamente.
Delegado: Sim perfeitamente a Sra. esta dispensada por hoje agradeço sua atenção.
Eu- Obrigada Delegado Perez e bom serviço.




quinta-feira, 26 de abril de 2012

Averiguação Policial


Após acionar a Policia e fazer um  boletim de ocorrência, o delegado me convoca  para dar maiores esclarecimentos.
Senhora poderia me relatar como este fato aconteceu?
Todo dia tenho minha rotina matinal, e nessa manhã não foi diferente, ou melhor a única coisa que aconteceu diferente foi o toque da campanhia, e quando fui atender me deparo com uma mulher  caída, me assustei e logo coloquei  a mão sobre ela  e percebi que não havia sinal de vida, então comecei a gritar e dessa forma as pessoas correram pra ver o que havia acontecido e dessa forma me ajudar.
A senhora suspeita de alguém da redondeza?
Para ser direta ao Senhor Delegado Não!  trabalho a 20 km de minha casa, o que faz com que veja meus vizinhos apenas aos finais de semana, então não sei se nessa semana havia alguém diferente rondando o bairro.
É verdade  que a senhora não conhecia a pessoa que estava caída em sua porta?
Não. Enquanto a conhecer a vitima, posso lhe dizer que talvez na padaria, Seu Manoel, possa lhe dar maiores informações, pois seu estabelecimento fica aberto 24 horas.
Poderia indiciar alguém como culpado por esse crime?
Não,  mas talvez as imagens da câmera de segurança da casa em frente, possa esclarecer mais os fatos se aconteceu queima de arquivo ou apenas um mal súbito.
Tem outras pessoas que possam relatar outras informações?
O que posso dizer  é que na hora do fato não me recordo quem esteve lá que possa lhe fornecer mais informações a não ser essas que citei acima em meu depoimento.
Por que a senhora colocou a mão sobre a pessoa?
Na hora pensei que ela apenas havia caído e não que estaria morta, pois dessa forma verifiquei que estava sem vida, ao invés de acionar a emergência, comuniquei a policia para que tudo ficasse esclarecido.
Por enquanto a senhora esta dispensada, vamos averiguar os fatos e qualquer duvida entro em contato novamente.
Obrigada, estarei a disposição sempre que necessário.