INTERROGATÓRIO
Como faço todos os dias acordo,
faço minha higiene pessoal e saio muito cedo para o trabalho, mas aquele dia
foi diferente. Quando estava me preparando para sair ouço a campainha tocar.
Fiquei surpreso! Tão cedo! Quem seria! Ao abrir a porta fiquei atônito, vejo
diante dos meus olhos um homem caído, não havia mais ninguém na rua, abaixei
para me certificar o corpo estava frio, a vitima estava sem vida! Corri ao
telefone e avisei a policia. O corpo foi retirado da soleira da porta e dias
depois recebi uma intimação para comparecer a Delegacia de Policia do bairro.
O delegado começou o interrogatório.
- Como o senhor descobriu o
cadáver?
-Estava em minha residência,
quase pronto para ir ao trabalho quando ouvi a campainha da posta tocar e ao
abri a posta encontrei o homem caído já sem vida.
- Viu alguém suspeito na rua?
- Não minha rua é deserta, não
tinha ninguém na rua.
- Conhecia o homem?
- Não, nunca o vi passando na minha rua, acredito que
estava passando por ali e deve ter se sentido mal procurou ajuda e já era tarde
demais.
- O senhor sabe se alguém da rua
conhecia o homem?
- Não sei Delegado porque
trabalho o dia todo e não tenho muito contato com os vizinhos.
- O Senhor está dispensado, por
enquanto é só, se eu precisar do seu depoimento novamente entrarei em contato.
- Obrigado, espero que o senhor
possa elucidar os fatos o mais rápido possível.
O dia D...
ResponderExcluirO delegado do bairro, para solucionar a morte do Sr. João da Silva, me convocou para esclarecimentos, já que o cadáver foi encontrado na soleira de minha porta.
O delegado começou o interrogatório perguntando sobre minha rotina no dia do acontecido.
Relatei que meu dia era normal: abri os olhos, consultei o relógio da cabeceira. Levantei-me. Fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto. Ouvi a campainha da porta. Enxuguei-me às pressas. Sai do banheiro. Caminhei até a porta, destranquei a fechadura e abri a porta. Diante a soleira da porta vi um homem caído.
- O que o senhor fez?
- Eu, corri os olhos em torno e percebi que não havia ninguém no corredor.
-Tentou socorrê-lo?
- Eu abaixei e o toquei com os dedos. Senti que o corpo estava frio e rígido.
-Ele já estava morto?
-Sim, era um cadáver.
-Como você reagiu?
-Corri para o telefone e disquei o número da Central de polícia.
O senhor conhecia o morto? Já tinha o visto nas redondezas?
- Não, nunca o vi no meu bairro.
- Senhor, estou investigando o caso e acredito que o colocaram lá para incriminá-lo. O senhor tem inimigos?
- Que eu saiba, não, doutor.
-Bom, por enquanto é só, mas, não saia da cidade, pois, posso precisar de mais declarações.
-Sim, doutor.
Interrogatório - Luciana